É urgentíssimo legislar e implementar estas regras básicas:- proibido ter um cão sem microchip
- proibido ter um cão que não esteja castrado/esterilizada com excepção dos criadores legalizados (são as novas ninhadas a principal causa de abandonos)
- proibido ter um cão sem ter sido adotado num canil ou associação ou então comprado a criadores legalizados (que passam facturas e pagam impostos)
- proibição total e para sempre de ter animais a quem for condenado por maus-tratos ou abandono
(uma pessoa que maltrata ou abandona um cão irá sempre, e até ao fim da sua vida, maltratar e abandonar os seus cães)
- definir por lei o máximo número de cães que se pode ter (de momento um matilheiro legalizado pelo ICNF pode ter um número ilimitado de cães, mil se quiser)
- Os canil municipais devem investir na castração/esterilização massiva dos cães do seu concelho para ajudar a população que já tem estes animais
A polícia e GNR têm de fiscalizar os cães como fiscalizam o tempo todo os carros nas estradas. Só precisam andar com um leitor de chips no bolso e cada cão que vêem fiscalizar e se o detentor não estiver a cumprir com a lei tem de ser de imediato multado, tal e qual como fazem no trânsito.
O SIAC (sistema de informação de animais de companhia) deve ter a informação da origem do cão, se está castrado/esterilizada e se está vacinado.
Também tem de ter uma lista negra das pessoas condenadas por maus tratos e não deixar registar cães a estas pessoas. Também não deve deixar registar mais cães do que o número limite estipulado.
É muitíssimo fácil solucionar este problema, basta o Ministério da Agricultura, as Câmaras Municipais e a Ordem dos Veterinários quererem.
São os contribuintes que sustentam os canis, em vez do Estado acumular cães, devia resolver o problema.